Casos de Varíola dos Macacos aumentam para 150 e acendem alerta das autoridades de saúde!

 


Casos de Varíola dos Macacos voltam a chamar atenção no Brasil após o Carnaval de 2026

O Brasil é mundialmente conhecido pelo seu Carnaval, uma das maiores festas populares do planeta. No entanto, historicamente, o período pós-Carnaval também costuma trazer atenção redobrada das autoridades sanitárias devido ao possível surgimento de surtos de doenças transmissíveis.

 Em 2026, alguns estados brasileiros registraram atendimentos médicos de pessoas com sintomas inicialmente semelhantes aos de uma gripe comum. Entre os estados com registros de casos suspeitos estão:

  • São Paulo

  • Rio de Janeiro

  • Rondônia

  • Minas Gerais

  • Rio Grande do Sul

  • Paraná

  • Distrito Federal

  • Santa Catarina

Apesar dos sintomas respiratórios leves, profissionais de saúde identificaram lesões pustulares na região genital e nas nádegas, um sinal incomum para quadros gripais. Esse fator levantou um alerta imediato entre os especialistas.

Palavras-Chave: 

  • zoonoses varíola dos macacos explicação;
  • orthopoxvirus o que é monkeypox;
  • varíola dos macacos origem animal;
  • zoonose monkeypox como funciona.

Diagnóstico confirmou casos de Varíola dos Macacos

Após a realização de exames laboratoriais mais específicos, foi confirmado o diagnóstico de Varíola dos Macacos (Monkeypox) em alguns pacientes.

A doença viral pode ser transmitida principalmente por:

  • contato direto com lesões da pele

  • contato com fluidos corporais de pessoas infectadas

  • contato íntimo ou sexual

  • contato prolongado com secreções respiratórias

A Varíola dos Macacos já havia registrado um pequeno surto no Brasil em 2022, o que levou os órgãos de saúde a reforçarem novamente as campanhas de prevenção e conscientização.

Embora os casos recentes não tenham registrado mortes, especialistas alertam que o vírus possui capacidade significativa de mutação, o que exige monitoramento constante.

O que são os Poxvírus e os Orthopoxvírus

A Varíola dos Macacos pertence à família dos Poxvírus, um grupo de vírus conhecido por sua complexidade biológica e diversidade de subfamílias capazes de causar infecções em diferentes espécies.

Entre essas subfamílias estão os Orthopoxvírus, responsáveis por doenças importantes como:

  • varíola humana (erradicada em 1980)

  • vaccinia

  • varíola dos macacos

Esses vírus são classificados como antropozoonoses, ou seja, podem ser transmitidos entre animais e seres humanos, o que aumenta o risco de novos surtos.

Muito Importante:

 Caso você não saiba o que são Zoonoses ou em quantos e como são classificados os  seus tipos, também sobre Defesa Sanitária Animal e Saúde Pública Veterinária, para isso vamos deixar alguns links da nossa página logo para você ficar mais inteirado sobre os assuntos que tratamos aqui.

Clique aqui para descobrir => Zoonoses by Zoonótico.

Ou para saber sobre Defesa Sanitária Animal clique aqui => Defesa Sanitária Animal by Zoonótico

E para saber Sobre Saúde Pública Veterinária clique aqui => Saúde Pública Veterinária by Zoonótico

Origem e histórico da Varíola dos Macacos

 Os primeiros registros da doença ocorreram no final da década de 1950, quando o vírus foi identificado em colônias de macacos do Velho Mundo, também conhecidos como macacos cinomolgos, utilizados em pesquisas laboratoriais.

 Décadas depois, em 2003, ocorreu um surto significativo nos Estados Unidos, com aproximadamente 50 casos humanos confirmados. A transmissão ocorreu por meio de cães-da-pradaria infectados, que tiveram contato com roedores originários da Gâmbia em uma loja de animais.

Esse episódio reforçou a importância do controle sanitário em cadeias de comércio de animais e vigilância epidemiológica global.

Importância da prevenção e vigilância epidemiológica

Mesmo que os casos recentes no Brasil não tenham evoluído para quadros graves, autoridades de saúde reforçam que a prevenção e a informação continuam sendo as principais ferramentas para evitar novos surtos.

Entre as medidas recomendadas estão:

  • evitar contato direto com lesões suspeitas

  • procurar atendimento médico ao surgirem sintomas incomuns

  • manter hábitos de higiene adequados

  • evitar contato íntimo com pessoas que apresentem lesões cutâneas

A vigilância epidemiológica permanece monitorando possíveis novos casos para evitar a disseminação da doença.

Sugestões de Links Internos para leitura

 Leia também no Zoonótico:


Fontes: 

https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10469757/
https://saude.abril.com.br/medicina/doenca-mpox-casos-brasil-estados/
Microbiologia veterinária - McVey; Kennedy; Chengappa - 3 ed. (2017) - Pt
Microbiologia - 10ª Ed. - Christine L. Case ; Berdell R. Funke ; Gerard J. Tortora - 2012 
OMS; CDC; Ministério da Saúde; Artigos científicos

Zoonótico

Te deixando 1% mais preparado pro inimigo invísivel!

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem